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Mostrando postagens de abril, 2017

No fim tudo é vago...

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Quanta alegria! Momentos de felicidade repulsiva. Felicidade que, supostamente, provém de um dia criado por este ser de raiva e melancolia. O que é que pode dizer ou não dizer quando se tem muitas pessoas com mentes iguais? O que se pode dizer então do próprio fanatismo? Mesmo que seja comum, é apenas um confronto ao modernismo. Uma rebelião insensata e poderosa. O que seria deste mundo sem o homem, melhor dizendo, este ser infame? Apenas um vago de solidão que, no qual, eu me sinto bem. Quase faltando o ar e o tempo. Sem motivos, eu escrevo para não perder o sentido de minhas palavras. Em um novo ano de perdas e conquistas, informações e discórdias, penso em descrever aquilo que me oferece prazer: o sentimentalismo profundo. Algo tão inesperado quando se trata de humanismo. Como dizia o poeta: gloriosa Virgem Maria que se aplica todo dia 10g de morfina. Um trago, um pensamento. As cinzas em meu cinzeiro me fazem refletir aquilo que não se pode enxergar e muito menos ouvir. Para ser...